Foi mal o atraso mas tá ai.. não sei bem se tem alguem acompanhando mais...
gente por favor Comenta!!!!!!!!!!!! Eu preciso de saber a opnião de vocês... ;)
brigadao...
Monday, June 16, 2008
Velório
No velório de AL o Céu parecia chorar como todos aqueles que o conheceram.Não haviam pássaros voando pelos campos ou um raio de sol iluminando aquela manhã.O dia parecia noite.
Al parecia descansar em paz.com um semblante sereno.Eu sabia que não veria Al novamente, mas não pude chorar, sabia que Al não gostaria.
Comecei a me lembrar de tudo que Al havia me dito e me ensinado, lembrei-me de todas as vezes em que Al me ergueu do chão, e das feridas que ele amenizou.
Seu corpo estava sendo levado.todos caminhavam como em romaria.Ao chegar ao seu túmulo (como reza a tradição) perguntaram se alguém não teria nada a dizer(todos choravam).
Em um ímpeto impensado ,subi em cima de seu caixão e comecei a dizer coisas que não sabia de onde vieram.
-"Aos risos , digo que Al não sorri ao vê-los.Sei que Al morreu fazendo oque achava certo, e dou valor a tudo que o grandão fez por mim. Al me ensinou muito mais do que apenas me proteger.O grandão falava com pássaros!Sim! Com pássaros!"
(Todos me olharam como se eu fosse um louco, mas algo(talvez bom senso) os fez parar de chorar, e começaram a sorrir.)
Um pássaro azul pousou em meu ombro e uma pena do mesmo caiu ao chão.O céu se abriu e sorriu assim como todos que choravam, eu não sei por que mas eu sabia de alguma forma que era culpa do AL.
Al parecia descansar em paz.com um semblante sereno.Eu sabia que não veria Al novamente, mas não pude chorar, sabia que Al não gostaria.
Comecei a me lembrar de tudo que Al havia me dito e me ensinado, lembrei-me de todas as vezes em que Al me ergueu do chão, e das feridas que ele amenizou.
Seu corpo estava sendo levado.todos caminhavam como em romaria.Ao chegar ao seu túmulo (como reza a tradição) perguntaram se alguém não teria nada a dizer(todos choravam).
Em um ímpeto impensado ,subi em cima de seu caixão e comecei a dizer coisas que não sabia de onde vieram.
-"Aos risos , digo que Al não sorri ao vê-los.Sei que Al morreu fazendo oque achava certo, e dou valor a tudo que o grandão fez por mim. Al me ensinou muito mais do que apenas me proteger.O grandão falava com pássaros!Sim! Com pássaros!"
(Todos me olharam como se eu fosse um louco, mas algo(talvez bom senso) os fez parar de chorar, e começaram a sorrir.)
Um pássaro azul pousou em meu ombro e uma pena do mesmo caiu ao chão.O céu se abriu e sorriu assim como todos que choravam, eu não sei por que mas eu sabia de alguma forma que era culpa do AL.
Wednesday, June 4, 2008
Atualizando!
Conforme o prometido saiu hoje a segunda parte do conto, espero que vocês gostem, por favor comentem dizendo oque acharam. Obrigado.
Convivencia com Al
Al era realmente alguem especial além de ter visto alem dos meus olhos ele me ensinava muito.
Al me ensinou a ver a vida de outra forma.
Certa vez estavamos em uma praça proxima a minha casa observando as pessoas(Al adorava tal coisa e dizia que elas eram divertidas)e conversando.
O tempo fechou e as pessoas começaram a se apressar para ir para casa, assim como eu me levantei pra ir embora, mas Al permaneceu sentado no banco da praça recebendo a chuva, como um velho ansião chinês debaixo de uma cachoeira,eu não pude deixar meu amigo sozinho e permaneci próximo a ele.Quando eu o perguntei o por que ele não saia dali ele me respondeu: "Após toda tempestade vem o sol, e a chuva serve para limpar nossas almas."após ele me dizer aquilo não demoraram mais de 2 minutos para que parasse de chover. A praça estava vazia quando 5 pássaros azuis chegaram até a praça e pousaram na cabeça e ombros de Al. Al sorriu e disse:" a vida é simples pra quem acredita na simplicidade de viver."
Al era companheiro.Por mais que eu não quisesse sair de casa por mau- humor , tristeza ou até mesmo por preguiça, não importava oque estava acontecendo , Al deixava seus programas pra ficar em minha casa não fazendo coisa alguma.
Al também me protegia.As vezes quando saimos houveram tentativas de assalto e Al sempre me protegeu como um pai protege a um filho. Foi numa noite sombria e fria que tudo aconteceu. Al e eu haviamos saido para um bar com alguns amigos. E houve uma certa discussão entre alguns garotos da mesa ao lado, e não sei como um deles veio parar em nossa mesa e começou a me agredir, Al como sempre se pôs a minha frente para me proteger. O garoto tirou debaixo de sua camisa uma arma e disparou contra Al. O grandão só cedeu depois do quarto tiro.e caiu sangrando no chão.As garotas choravam,os garotos gritavam e eu permaneci calado com uma expressão apática no rosto. Al ,caido no chão me chamou para perto dele e me disse suas ultimas palavras:" Está probido de chorar!" virou-se e deu o seu ultimo suspiro.
Me parecia que o mundo havia parado e eu senti pela segunda vez algo de valor inestimavel sendo tirado de mim, mais uma vez o acaso havia me golpeado, deslealmente , me apunhalou pelas costas, mas me lembrei do sorrizo de Al, e apenas sorri também.
Al me ensinou a ver a vida de outra forma.
Certa vez estavamos em uma praça proxima a minha casa observando as pessoas(Al adorava tal coisa e dizia que elas eram divertidas)e conversando.
O tempo fechou e as pessoas começaram a se apressar para ir para casa, assim como eu me levantei pra ir embora, mas Al permaneceu sentado no banco da praça recebendo a chuva, como um velho ansião chinês debaixo de uma cachoeira,eu não pude deixar meu amigo sozinho e permaneci próximo a ele.Quando eu o perguntei o por que ele não saia dali ele me respondeu: "Após toda tempestade vem o sol, e a chuva serve para limpar nossas almas."após ele me dizer aquilo não demoraram mais de 2 minutos para que parasse de chover. A praça estava vazia quando 5 pássaros azuis chegaram até a praça e pousaram na cabeça e ombros de Al. Al sorriu e disse:" a vida é simples pra quem acredita na simplicidade de viver."
Al era companheiro.Por mais que eu não quisesse sair de casa por mau- humor , tristeza ou até mesmo por preguiça, não importava oque estava acontecendo , Al deixava seus programas pra ficar em minha casa não fazendo coisa alguma.
Al também me protegia.As vezes quando saimos houveram tentativas de assalto e Al sempre me protegeu como um pai protege a um filho. Foi numa noite sombria e fria que tudo aconteceu. Al e eu haviamos saido para um bar com alguns amigos. E houve uma certa discussão entre alguns garotos da mesa ao lado, e não sei como um deles veio parar em nossa mesa e começou a me agredir, Al como sempre se pôs a minha frente para me proteger. O garoto tirou debaixo de sua camisa uma arma e disparou contra Al. O grandão só cedeu depois do quarto tiro.e caiu sangrando no chão.As garotas choravam,os garotos gritavam e eu permaneci calado com uma expressão apática no rosto. Al ,caido no chão me chamou para perto dele e me disse suas ultimas palavras:" Está probido de chorar!" virou-se e deu o seu ultimo suspiro.
Me parecia que o mundo havia parado e eu senti pela segunda vez algo de valor inestimavel sendo tirado de mim, mais uma vez o acaso havia me golpeado, deslealmente , me apunhalou pelas costas, mas me lembrei do sorrizo de Al, e apenas sorri também.
Monday, June 2, 2008
Friday, May 30, 2008
Primeira Parte
Ele era um garoto simples, com uma vida não muito especial.Vivia entediado ,sentia-se sufocado por sua condição. tinha cabelo curto e mantinha a barba em seu estado "por fazer", tinha amigos e os cultivava, era um medroso louco pra soltar sua insanidade. Não era um nerd, mas não tinha as piores notas,era ele, e nada mais.
Um belo dia um aluno novato apareceu em sua sala, forte e robusto, aproximadamente 1,90 de altura(quem iria acreditar que um garoto de 17 anos fosse "tão monstro"),cabelos curtos e cara de brigão(como aqueles meninos que batem nos outros nos filmes americanos para tirar o "lanchinho" do colega mais fraco.). Naquele dia havia um lugar próximo ao garoto e, já que o grandão era novo sentou-se ali mesmo.
O garoto encara o grandalhão como se tivesse algo pessoal contra o mesmo. O grandalhão mantinha a cara de brigão americano.
O professor faz a chamada:- 9!
O garoto responde: Aqui.(seco e serio, como se quisesse intimidar o grandalhão).Os outros números da chamada passam em branco,quando o professor chama:- Aldir!
O grandalhão responde sorrindo: - Presente professor!( e olha sorrindo para o garoto como se estivesse se apresentando).O garoto o ignora,não diz nada.
O sinal de fim de horário soa, O grandalhão se levanta, olha de cima para o garoto , sorri e diz:"-Prazer,meu nome é Aldir, mas pode me chamar de Al, qual é o seu nome?.
O garoto pensa:" Esse cara deve "tá" zoando com minha cara!"Nenhum acordo é firmado, o garoto não estende as mãos apenas permanece calado.
Olhares se voltam para a cena.
O gigante "Al" segura o garoto com ambas as mãos e o ergue pela cintura,sem reação o garoto apenas arregala os olhos.
Al ergue o garoto até sua cabeça, como Rafiki ergueu Simba, o olha, sorri e diz: - "Acho que nós nos daremos bem!", deixa o garoto no chão e repete a pergunta: - E então baixinho, qual é o seu nome?
Com ódio estampado nos olhos o garoto responde: - "Hurick, e antes que pense qualquer coisa, nós não somos amigos!"
Al com o sorriso estampado no rosto responde: - "Ainda não, mas seremos grandes amigos." Antes que Hurick responda a professora do 2º horário entra em sala e todos se sentam.
Durante a aula hurick comenta com suas amigas sobre o quão estranho e´o novato e o critica :-"Que tipo de idiota é esse grandalhão?"
Os outro horário se passa , é então enfim a hora do intervalo.
Durante o intervalo Hurick permanece calado ainda que próximo a seus amigos,pensa:"que raios é aquele grandalhão?"
Apenas nos últimos minutos de recreio Al chega próximo a Hurick, se assenta e com uma voz bastante serena(contrariando seu porte físico e tamanho) diz: -"Sabe, no ano passado eu era assim também. "C" sofreu por amor "né"? Dá pra "vê" nos seus olhos que já".
Hurick permanece calado enquanto o grandão continua: -"Não vale a pena ficar assim cara, você é especial sabia?Talvez os outros não consigam ver, mas eu consigo. "C" ainda vai "vê" que tu tem força pra caramba ai, e que você tem poder pra mudar o que não gosta e proteger a quem tu ama."
O sinal bate, e Hurick se levanta sem dizer nenhuma palavra, e chega a sala com outro olhar,estava assustado.
Ao fim da aula Hurick não se despede de ninguém, apenas vai embora e se dirige ao trabalho.
Desse dia em diante eu,(Hurick) e o grandal Al(como eu o chamo), nos tornamos amigos, mesmo eu detestando o jeito dele me tratar.
O grandão vive me carregando de um lado pro outro nas costas ou no ombro, e vive me chamando de baixinho.
Um belo dia um aluno novato apareceu em sua sala, forte e robusto, aproximadamente 1,90 de altura(quem iria acreditar que um garoto de 17 anos fosse "tão monstro"),cabelos curtos e cara de brigão(como aqueles meninos que batem nos outros nos filmes americanos para tirar o "lanchinho" do colega mais fraco.). Naquele dia havia um lugar próximo ao garoto e, já que o grandão era novo sentou-se ali mesmo.
O garoto encara o grandalhão como se tivesse algo pessoal contra o mesmo. O grandalhão mantinha a cara de brigão americano.
O professor faz a chamada:- 9!
O garoto responde: Aqui.(seco e serio, como se quisesse intimidar o grandalhão).Os outros números da chamada passam em branco,quando o professor chama:- Aldir!
O grandalhão responde sorrindo: - Presente professor!( e olha sorrindo para o garoto como se estivesse se apresentando).O garoto o ignora,não diz nada.
O sinal de fim de horário soa, O grandalhão se levanta, olha de cima para o garoto , sorri e diz:"-Prazer,meu nome é Aldir, mas pode me chamar de Al, qual é o seu nome?.
O garoto pensa:" Esse cara deve "tá" zoando com minha cara!"Nenhum acordo é firmado, o garoto não estende as mãos apenas permanece calado.
Olhares se voltam para a cena.
O gigante "Al" segura o garoto com ambas as mãos e o ergue pela cintura,sem reação o garoto apenas arregala os olhos.
Al ergue o garoto até sua cabeça, como Rafiki ergueu Simba, o olha, sorri e diz: - "Acho que nós nos daremos bem!", deixa o garoto no chão e repete a pergunta: - E então baixinho, qual é o seu nome?
Com ódio estampado nos olhos o garoto responde: - "Hurick, e antes que pense qualquer coisa, nós não somos amigos!"
Al com o sorriso estampado no rosto responde: - "Ainda não, mas seremos grandes amigos." Antes que Hurick responda a professora do 2º horário entra em sala e todos se sentam.
Durante a aula hurick comenta com suas amigas sobre o quão estranho e´o novato e o critica :-"Que tipo de idiota é esse grandalhão?"
Os outro horário se passa , é então enfim a hora do intervalo.
Durante o intervalo Hurick permanece calado ainda que próximo a seus amigos,pensa:"que raios é aquele grandalhão?"
Apenas nos últimos minutos de recreio Al chega próximo a Hurick, se assenta e com uma voz bastante serena(contrariando seu porte físico e tamanho) diz: -"Sabe, no ano passado eu era assim também. "C" sofreu por amor "né"? Dá pra "vê" nos seus olhos que já".
Hurick permanece calado enquanto o grandão continua: -"Não vale a pena ficar assim cara, você é especial sabia?Talvez os outros não consigam ver, mas eu consigo. "C" ainda vai "vê" que tu tem força pra caramba ai, e que você tem poder pra mudar o que não gosta e proteger a quem tu ama."
O sinal bate, e Hurick se levanta sem dizer nenhuma palavra, e chega a sala com outro olhar,estava assustado.
Ao fim da aula Hurick não se despede de ninguém, apenas vai embora e se dirige ao trabalho.
Desse dia em diante eu,(Hurick) e o grandal Al(como eu o chamo), nos tornamos amigos, mesmo eu detestando o jeito dele me tratar.
O grandão vive me carregando de um lado pro outro nas costas ou no ombro, e vive me chamando de baixinho.
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